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Geografia – Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses

Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses
O Projeto Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses resulta de uma parceria estratégica entre a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, a Global Footprint Network (GFN) e a Unidade de Investigação GOVCOPP da Universidade de Aveiro. Foram seis os municípios pioneiros que integraram o projeto: Almada, Bragança, Castelo Branco, Guimarães, Lagoa e Vila Nova de Gaia; e, agora são aderentes os municípios: Barcelos, CIRA (Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro), Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos. – Municípios Aderentes
O projeto visa a construção de conhecimento e o fortalecimento da capacidade local em matéria de ambiente, através do cálculo e interpretação de dados vitais para enfrentar desafios ambientais complexos. Em última análise, o projeto visa influenciar políticas de coesão territorial e promover novos instrumentos e políticas públicas que reforcem o caminho em direção ao desenvolvimento sustentável dos municípios e do país.
Mais informações: Pegada Municípios
Fonte: Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses, consultado a 18 de abril de 2022.

Geografia – Global Footprint Network

O site Global Footprint Network, apresenta um conjunto de informações, dados, calculadoras e ferramentas para quem está interessado em aprofundar os conhecimentos na área da Ecológia, Pegada Ecológica e Sustentabilidade.
Site: Global Footprint Network

Fonte: Global Footprint Network, consultado a 18 de abril de 2022.

Geografia: Pegada Ecológica

Site onde podes calcular a tua Pegada Ecológica, quantos Planetas seriam precisos se todos vivessem como eu e tu e qual o dia de Sobrecarga da Terra.
Pronto para o primeiro passo? Aceitas o desafio? – Clica no link: Pegada Ecológica

Fontes: global footprint network, consultado a 18 de abril de 2022.

Notícias: Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU
A subida do nível do mar, as inundações e a intensificação das ondas de calor estão a ameaçar as cidades costeiras de todo mundo, segundo o relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima.
De Bombaim a Miami, Daca ou Veneza, estas cidades e os seus milhões de habitantes que vivem na foz dos estuários ou nas linhas sinuosas da costa estão “na linha da frente” da crise climática que corre o risco de redesenhar os mapas dos continentes, aponta o relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima (IPCC, na sigla em inglês), citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
“O nível do mar continua a subir, as inundações e as ondas de calor são cada vez mais frequentes e intensas e o aquecimento aumenta a acidez do oceano”, referem os cientistas neste relatório de 4.000 páginas sobre os impactos das mudanças climáticas.
De acordo com os peritos climáticos, é preciso “fazer escolhas difíceis”.

Notícia completa: Aqui
Fonte: Euronews, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Fazer dos oceanos uma arma contra as alterações climáticas

CRISE CLIMÁTICA AGORA
Fazer dos oceanos uma arma contra as alterações climáticas
A utilização de energias renováveis, a redução da pegada de carbono nos transportes e as mudanças na alimentação poderiam fazer com que se conseguisse reduzir até quatro mil milhões de toneladas de dióxido de carbono até 2030. Este estudo reconhece o perigo que os oceanos enfrentam, mas garante que existem soluções que podem tirar partido das suas vantagens.
Os oceanos estão mais quentes, mais ácidos, com menos oxigénio e com menos biodiversidade – são uma clara vítima das alterações climáticas, mas podem também ser “uma poderosa fonte de soluções”, refere um estudo divulgado esta quarta-feira na revista Science. Depois da apresentação do relatório do IPCC que traça um futuro negro para os oceanos, para a vida nele existente e para quem dele depende, este estudo traz alguma “esperança”. Há cinco áreas em destaque: a energia renovável, o transporte de mercadorias, a protecção e restauração dos ecossistemas marinhos e costeiros; as pescas, aquacultura e mudanças no regime alimentar e ainda o armazenamento de carbono no leito marinho. Quando se deve começar? O mais rapidamente possível.
(…)
Mais algas, menos metano. Mais peixe, menos carne
Uma das conclusões mais interessantes está relacionada com as algas: “Os produtos feitos a partir de algas marinhas podem substituir produtos com uma pegada mais elevada de CO2, evitando-se emissões em campos como o da alimentação, das pastagens, dos fertilizantes, medicamentos, biocombustíveis e bioplásticos”, refere o estudo. Quando aplicadas nos regimes alimentares de animais ruminantes (sobretudo ovelhas e bovinos), estas algas marinhas podem ser importantes para reduzir as emissões de metano. “As experiências in vitro mostram que a alga Asparagopsis taxiformis consegue reduzir as emissões de metano em ruminantes até 99% quando fazem apenas parte de 2% da sua alimentação”. Noutras espécies, a redução das emissões de metano após o consumo desta alga varia entre os 33% e os 50%.
O estudo da Science dá conta de que a proteína consumida por humanos vinda do mar tem “uma pegada de carbono substancialmente mais pequena do que a proteína proveniente de animais em contexto terrestre, sobretudo ruminantes”. Uma das formas propostas de se reduzirem as emissões é tornando a pesca mais sustentável e alterando-se os regimes alimentares, optando-se por comer mais peixe e marisco, por exemplo.
Notícia completa: Aqui
Fonte: Público, consultado a 9 de setembro de 2021.

Notícias: Algas marinhas podem reduzir até 82% as emissões de metano do gado bovino

Algas marinhas podem reduzir até 82% as emissões de metano do gado bovino
Experiência em 21 vacas alimentadas durante cinco meses com a alga Asparagopsis taxiformis.
A adição de algas marinhas à alimentação do gado pode reduzir as suas emissões de gás metano até 82%, de acordo com um estudo de investigadores da Universidade da Califórnia e Davis publicado na revista científica Plos ONE.
O estudo, que foi conduzido pelo professor do Departamento de Zootecnia e director do World Food Center daquela universidade norte-americana, Ermias Kebreab, em colaboração com a investigadora Breanna Roque, pode abrir caminho para a sustentabilidade da produção pecuária em todo o mundo.
“Agora temos provas sólidas de que as algas marinhas na dieta do gado são eficazes na redução dos gases com efeito de estufa e que a sua eficácia não diminui com o tempo”, frisou Ermias Kebreab sobre a investigação publicada na revista online.
(…)
Notícia completa: Aqui
Fonte: Público, consultado a 9 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Alterações Climáticas, União Europeia, Plástico, Poluição Ambiental, Protocolo de Quioto, Protocolo de Paris

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Versão 1
Questão 12
12. Na Figura 6, está representada a quantidade dos resíduos de embalagens de plástico nos Estados‑membros da UE, em 2016.

12.1. Considere as seguintes afirmações referentes a 2016.
I.  A produção per capita de resíduos de embalagens de plástico pela Irlanda e pelo Luxemburgo contribui para reduzir a pegada ecológica destes países.
II. Nos países da Península Ibérica, a quantidade dos resíduos de embalagens de plástico per capita foi superior à média da União Europeia.
III. Os Estados-membros que mais investiram num sistema de gestão de resíduos sólidos foram os que tiveram uma produção de embalagens de plástico superior a 2 milhões de toneladas.
IV. A Alemanha, comparativamente com Portugal, produziu, em valor absoluto, o triplo de resíduos de embalagens de plástico, por ter um maior número de habitantes.
V. Os países bálticos, que integraram a UE em 2004, apresentavam valores de produção de resíduos de embalagens de plástico inferiores a 250 000 toneladas.
Identifique as duas afirmações verdadeiras que são comprovadas pela interpretação da Figura 6.
12.2. Na atualidade, os microplásticos na água constituem um grave problema, atingindo uma dimensão
(A) regional, porque afeta sobretudo as regiões costeiras industrializadas produtoras de resíduos.
(B) global, porque afeta essencialmente os estuários e as enseadas limítrofes às fontes poluidoras.
(C) regional, porque afeta apenas países costeiros em que não há uma política ambiental.
(D) global, porque afeta os oceanos e os mares através da ação das correntes marítimas.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 8 de setembro de 2021

Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Módulo Inicial

1. Classifique, como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.
a) A sua posição geográfica coloca o nosso país na periferia da Europa e do espaço atlântico.
b) Portugal aderiu à União Europeia em 1986, quando esta ainda era designada por CEE.
c) O último tratado da União Europeia foi assinado em 2007, em Lisboa.
d) O maior alargamento da União Europeia, com a adesão de 10 países, deu-se em 2007.
e) Em 2009, o euro era a moeda oficial em apenas 12 Estados-membros da União Europeia.
f) Em 2009, faziam parte do Espaço Schengen 25 países.
Soluções: Continuar a ler Preparação para o Exame Nacional de Geografia: Módulo Inicial

Geografia 10.º Ano – Módulo Inicial: A inserção de Portugal em diferentes espaços

Geografia 10.º Ano – Módulo Inicial
A posição geográfica insere Portugal no espaço atlântico do território, cada vez mais vasto, da União
Europeia.
portugal localização na uniao europeia europa mundo
1. Portugal localiza-se nas latitudes médias do hemisfério norte, tendo como limites aproximados
(A) 32°, na Região Autónoma dos Açores, e 6° de latitude oeste, em Portugal Continental.
(B) 30°, na Região Autónoma dos Açores, e 42° de latitude norte, em Portugal Continental.
(C) 32°, na Região Autónoma da Madeira, e 6° de latitude norte, em Portugal Continental.
(D) 30°, na Região Autónoma da Madeira, e 42° de latitude norte, em Portugal Continental.
2. As ilhas assinaladas na Fig. 1, correspondem
(A) a A, à ilha Terceira, e a B, à ilha de Porto Santo, nos Açores e na Madeira, respetivamente.
(B) a A, à ilha de S. Miguel, e a B, à ilha de Porto Santo, nos Açores e na Madeira, respetivamente.
(C) a A, à ilha de S. Miguel, e a B, à ilha da Madeira, nos Açores e na Madeira, respetivamente.
(D) a A, à ilha Terceira e a B, à ilha da Madeira, nos Açores e na Madeira, respetivamente.
3. A União Europeia, cuja primeira designação foi Comunidade Económica Europeia, surgiu em
(A) 1957 pelo Tratado de Roma.
(B) 1992 pelo Tratado de Maastricht.
(C) 1957 pelo Tratado de Amesterdão.
(D) 1962 pelo Tratado de Nice.
4. Portugal apenas aderiu à comunidade em 1986 porque
(A) pertencia a outra associação que lhe garantia uma melhor integração económica e política.
(B) o seu comércio resumia-se às trocas que mantinha com as suas colónias de África.
(C) não queria perder a situação privilegiada que detinha no comércio com as colónias.
(D) não era aceite na Comunidade por manter um regime político democrático.
5. Da Zona Euro fazem parte, entre outros países
(A) Portugal, Espanha, Itália e Polónia.
(B) França, Bélgica, Irlanda e Eslovénia.
(C) Suécia, Finlândia, Holanda e Alemanha.
(D) Áustria, França, Grécia e Reino Unido.
Soluções: Continuar a ler Geografia 10.º Ano – Módulo Inicial: A inserção de Portugal em diferentes espaços

Geografia 10.º Ano – Dados das NUTS I, NUTS II e NUTS III

População Residente, em 2011, por NUTS III