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Geografia – Mapa de Praias

Sistemana Nacional de Informação de Ambiente (SNIAMB) – Mapa de Praias

No site do SNIAMB podemos consultar o nível de limpeza e qualidade das águas costeiras, o número de águas balneares, número de bandeiras azuis e outras informações relevantes sobre as nossas praias.

Link: Mapa de Praias, consultado a 14 de agosto de 2022.
Fonte: Sniamb, consultado a 14 de agosto de 2022.

Geografia: Mapa interativo: Portugal tem 75 praias com risco de derrocada

Mapa interativo. Portugal tem 75 praias com risco de derrocada
A Agência Portuguesa do Ambiente divulgou uma lista de 75 praias com arribas perigosas, todas situadas no sul do país.

Com as temperaturas elevadas do verão, um dos destinos preferidos dos portugueses são as praias. A beleza natural da costa portuguesa é muito concorrida como local de eleição de muitos para as suas férias, mas também esconde alguns perigos.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) dá conta de 75 praias portuguesas, todas na região do Algarve, onde os veraneantes devem ter especial cuidado com o risco de derrocada de arribas.
Em Albufeira encontram-se 24 praias com zonas de perigo de desmoronamento, tornando este no concelho com mais faixas de risco em Portugal continental.
Em Lagoa, são 17 as praias sinalizadas, enquanto Vila do Bispo tem 11 praias com arribas instáveis e Portimão nove. Em Aljezur estão sinalizadas sete praias em perigo e em Lagos existem cinco praias em risco.
No concelho de Silves, a APA alerta para o perigo nos dois sentidos, Poente e Nascente, na Praia de Armação de Pêra.


Legenda: As 75 arribas de risco no Algarve.

De acordo com a Agência Portuguesa do Ambiente, os desmoronamentos ocorrem de forma instantânea, “dependendo de inúmeros fatores, como a intensidade e frequência da ação de agentes climáticos, a fraturação e o tipo de rocha em que a arriba é talhada, a ocupação humana, a presença de vegetação, a vibração, a sismicidade, entre outros”.
As faixas de risco correspondem “à área passível de ser ocupada pelos resíduos de desmoronamentos”, com uma largura igual a 1,5 vezes a altura da própria arriba.
Desta forma, em conjunto com outras entidades, a APA assinalou, com placas de risco, as praias portuguesas cujas arribas estão em perigo de desmoronamento, de modo a evitar cenários indesejáveis. Para garantir o respeito pela sinalética de perigo, a permanência ou circulação em zonas interditas pode levar ao pagamento de coimas, com valores entre os 30 e os 100 euros.

Mapa interativo: 75 arribas de risco no Algarve, consultado a 14 de agosto de 2022.
Informação e folhetos informativos: Agência Portuguesa do Ambiente (APA), consultado a 14 de agosto de 2022.
Exemplo de folheto informativo: Praia do Alvor – Nascente, consultado a 14 de agosto de 2022.

Fonte: Rádio Renascença, consultado a 14 de agosto de 2022.

Notícias: Fim de semana chega com chuva e descida das temperaturas

Uma nova vaga de chuva e a descida das temperaturas compõem o menu do tempo em Portugal continental este fim de semana devido à passagem de uma frente fria. Confira a previsão!
Hoje está a ser um dia marcado pela presença acentuada de nebulosidade em grande parte do território, embora haja períodos de céu limpo, especialmente no interior. Depois de uma quinta-feira particularmente chuvosa, especialmente no norte litoral, uma nova vaga de precipitações está a caminho de Portugal continental, descarregando aguaceiros ainda mais potentes já a partir de amanhã, sábado.
Associada a esta frente fria, perturbação frontal de atividade débil a moderada, existirá um notável arrefecimento da atmosfera que resultará no incremento da humidade e na descida das temperaturas. Esta situação é evidente ao analisarmos as previsões traçadas no modelo ECMWF que projeta aguaceiros nas regiões Norte e Centro, sendo que desta vez, a região Sul não escapa, exceção feita ao distrito de Faro.
No domingo a frente fria já se terá dissipado, embora se desenhem no firmamento períodos de céu muito nublado, especialmente nas áreas do litoral. Neste dia, as temperaturas começam a subir ligeiramente, antecipando-se uma subida dos valores nos termómetros para a próxima semana.
Já com o centro de altas pressões bem afastado do nosso país, ficou uma via aberta para a entrada de perturbações frontais procedentes de Noroeste de Portugal continental. Os aguaceiros serão de fraca intensidade, mas em pleno verão são sempre uma novidade, não só porque amenizam o calor que se tem vindo a sentir como também atenuam a sitação de seca meteorológica. Ao mesmo tempo, as temperaturas vão sofrer uma descida, impossibilitando as habituais idas à praia ao fim de semana, sobretudo na manhã e tarde de sábado. Há que esperar pelo domingo.

Notícia completa: Fim de semana chega com chuva e descida das temperaturas
Fonte: tempo.pt

Notícias: O tempo na segunda quinzena de julho

Será que o verão vai finalmente afirmar-se em Portugal? O que nos reserva a atmosfera… trovoadas, aguaceiros e frescura, ou calor e idas frequentes à praia? Contamos-lhe tudo aqui.
Metade do mês de julho já passou e, depois de vários dias frescos e de tempo ameno em relação ao resto da Europa, que viveu episódios de calor verdadeiramente severos, o nosso país também foi alvo de trovoadas, aguaceiros e quedas de granizo localmente intensas nos últimos dias. De resto, a atmosfera tem proporcionado um ambiente ora nublado e relativamente fresco, ora de céu limpo e tempo abafado. A instabilidade do tempo e a variabilidade dinâmica da atmosfera já tinham sido projetadas em antemão na nossa previsão mensal.
Segundo o modelo ECMWF, hipotetiza-se um cenário de calor persistente com temperaturas acima dos valores de referência na quarta semana do mês. As cartas sinóticas demonstram tendência para incremento do calor nos últimos dias de julho. Este cenário não está definitivamente confirmado, mas seria bastante prejudicial se se confirmasse por várias razões, especialmente no que toca aos grupos populacionais com maior vulnerabilidade.

Notícia completa: O tempo na segunda quinzena de julho
Fonte: Tempo.pt