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Geografia – Agricultura: O que mudou na superfície agrícola em Portugal?

Agricultura: O que mudou na superfície agrícola em Portugal?

Dados comparativos, 1989 e 2019, da evolução da superfície agrícola em Portugal.
Foram comparados o número de hectares, terras aráveis, culturas permanentes, pastagens pernamentes e hortas familiares.

Infografia:

Fonte: Pordata, consultado a 14 de agosto de 2022.

Notícias: Censos 2021. Área Metropolitana do Porto perdeu mais de 22 mil residentes na útima década

Censos 2021. Área Metropolitana do Porto perdeu mais de 22 mil residentes na útima década

A cidade do Porto perdeu mais de cinco mil habitantes.

A Área Metropolitana do Porto (AMP), composta por 17 municípios, perdeu 22.129 habitantes na última década, sobretudo em Vale de Cambra, Arouca e Santo Tirso, segundo os dados preliminares dosCensos 2021, divulgados, esta quarta-feira
De acordo com os resultados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), os 17 municípios têm 1.737.395 residentes, face aos 1.759.524 (menos 1,3%), registados em 2011, com 12 dos concelhos a perderem residentes.
Em Vale de Cambra residem 21.279 pessoas, quando em 2011 tinha 22.864 habitantes, sendo o município da AMP que, em proporção, mais população perdeu (-6,9%) na última década, seguido de Arouca que passou de 22.359 habitantes em 2011 para 21.154 (-5,4%) este ano, e de Santo Tirso que tem menos 5,2% de população: 67.785 residentes em 2021 face aos 71.530 em 2011.
Porto, Maia, Espinho, Gondomar, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Paredes, Santa Maria da Feira, Trofa são os outros nove municípios da AMP que observaram uma diminuição na população na última década, que varia entre os -0,3% registados na Maia e os -3,5% verificados em Oliveira de Azeméis.
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Porto perdeu 2,4% da população: passou de 237.591 residentes em 2011 para 231.962 em 2021, o que representa uma diminuição de 5.629 habitantes.
Em sentido contrário, São João da Madeira (+2,1% de residentes), Vila do Conde (+1,7%), Póvoa do Varzim (+1,4%), Valongo (+1%) e Vila Nova de Gaia (+0,6%) são os cinco municípios da AMP que registaram aumento da população.
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Fonte: Rádio Renascença, consultado a 3 de agosto de 2022

Geografia: Litoralização, Bipolarização, AMP e AML

“Padrões de litoralização” acentuam-se

De acordo com o Censos2021, cerca de metade da população residente em Portugal está concentrada em apenas 31 municípios. Os desequilíbrios na distribuição da população pelo território “acentuaram-se”, constata o INE.
“A evolução demográfica da última década ao nível do município permite verificar que os territórios localizados no interior do país perdem população e que os municípios que registam um crescimento populacional se situam predominantemente no litoral”, adianta.
Além disso, segundo os dados, verifica-se “uma concentração” em redor de Lisboa e na região do Algarve.
“Acentuaram-se, desta forma, os padrões de litoralização do país e o movimento de concentração da população junto da capital, fenómenos que se têm vindo a reforçar nas últimas décadas”, refere o INE.
Oleiros, no distrito de Castelo Branco, Alcoutim (Faro) e Almeida (Guarda), são os municípios portugueses com a população mais envelhecida, enquanto Ribeira Grande e Lagoa, nos Açores, e Santa Cruz (Madeira) são os mais jovens.

Infografia: População por concelho (AML e AMP)

Fontes:
RTP, consultado a 3 de julho de 2022.
Pordata, consultado a 3 de julho de 2022.

Censos 2021 e dados de julho de 2022: Imigração e população estrangeira residente em Portugal

Mais residentes estrangeiros
Quanto aos agregados famíliares, um terço dos agregados domésticos em Portugal tem duas pessoas e um quarto dos agregados é de pessoas que residem sozinhas. De acordo com o Censos2021, existem 4.149.668 agregados domésticos privados e 5.476 agregados institucionais.
Destaque também para o aumento considerável de população estrangeira a residir em Portugal: mais 40,6 por cento. As pessoas com nacionalidade estrangeira residentes no país representam agora 5,4 por cento do total da população.
À data da realização do Censos2021, residiam em Portugal 555.299 pessoas de nacionalidade estrangeira, um valor superior aos 3,7% verificados em 2011.
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Quase 700 mil estrangeiros vivem em Portugal e 30% são brasileiros.
A população estrangeira residente em Portugal aumentou em 2021 pelo sexto ano consecutivo, totalizando 698.887 cidadãos, mantendo-se a comunidade brasileira como a mais representativa e a que mais cresceu, revelou esta quinta-feira o SEF.
“Em 2021 verificou-se, assim, pelo sexto ano consecutivo, um acréscimo da população estrangeira residente, com um aumento de 5,6% face a 2020, totalizando 698.887 cidadãos estrangeiros titulares de autorização de residência, valor mais elevado registado pelo SEF, desde o seu surgimento em 1976”, refere o Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA), a que Lusa teve acesso.
Segundo o SEF, os brasileiros mantêm-se como a principal comunidade estrangeira residente no país, representando no ano passado 29,8% do total, o valor mais elevado desde 2012. O documento avança que, no final do ano passado, viviam em Portugal 204.694 brasileiros, sendo também a comunidade oriunda do Brasil a que mais cresceu em 2021 (11,3%) face a 2020.
O RIFA precisa que o Reino Unido mantém a posição em relação a 2020 apesar do decréscimo de 9,3%, sendo a segunda nacionalidade estrangeira mais representativa em Portugal. No final de 2020, viviam em Portugal 204.694 brasileiros, seguido dos cidadãos do Reino Unido (41.932), de Cabo Verde (34.093), Itália (30.819), Índia (30.251), Roménia (28.911), Ucrânia (27.195), França (26.719), Angola (25.802) e China (22.782).
O RIFA dá conta que se verificou um aumento de estrangeiros a viver no distrito de Viana do Castelo e, por outro lado, registou-se uma descida em Bragança, frisando que, em termos de áreas de residência, ocorreram subidas em Lisboa, Vale do Tejo e Alentejo com um aumento de 9,8% em consequência das subidas de Setúbal, Beja e Santarém.

Fontes:
Eco, consultado a 3 de julho de 2022.
RTP, consultado a 3 de julho de 2022.

Notícia e Infografia: Menos nascimentos e mais mortes em 2021 agravam saldo natural negativo da população

Menos nascimentos e mais mortes em 2021 agravam saldo natural negativo da população.

O saldo natural negativo da população portuguesa agravou-se em 2021, com o nascimento de menos bebés (-5,9%) e o aumento do número de mortes (1,2%) revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os resultados mantiveram-se negativos em todas as regiões do país, num ano em que nasceram 79.582 crianças com vida de mães residentes em Portugal. “Este valor traduz um decréscimo de 5,9% (menos 4948 nados vivos) relativamente ao ano anterior”, indicou o INE no documento que acompanha a divulgação das estatísticas vitais da população.
“Do total de nados-vivos, 60,0% nasceram fora do casamento, isto é, eram filhos de pais não casados entre si”, precisou o instituto.
Nasceram 40.762 rapazes e 38.820 raparigas, ou seja, por cada 100 crianças do sexo feminino nasceram cerca de 105 do sexo masculino, de acordo com o INE.
No ano passado, registaram-se 124.802 óbitos de pessoas residentes em território nacional, mais 1,2% (mais 1.444) do que em 2020.
“O aumento do número de óbitos e o decréscimo do número de nados vivos determinaram novamente um forte agravamento do saldo natural, de -38.828 em 2020 para -45.220 em 2021”, lê-se na comunicação do INE.
Em 2021, morreram 191 crianças com menos de um ano, menos 14 do que em 2020, mantendo-se a taxa de mortalidade infantil em 2,4 óbitos por mil nados vivos.
Após a “forte quebra no número de casamentos” celebrados em 2020 (18.902, menos 43,2% do que em 2019), o número de matrimónios no ano passado aumentou para 29.057 (mais 53,7%).
Em cerca de dois terços dos casamentos (66,2%), o casal já possuía residência anterior comum.

Infografia: Menos nascimentos, mais óbitos

Fontes:
Jornal de Notícias, consultado a 2 de agosto de 2022.
Pordata, consultado a 2 de agosto de 2022.

Notícias: A Floresta Ibérica em chamas – Calor extremo mata na Península Ibérica

Os incêndios florestais
Os incêndios florestais consumiram quase 58 mil hectares, em Portugal, este ano. A área representa mais do dobro da floresta ardida em 2021 no país e a atual onda de calor já terá contribuído para mais de um milhar de mortes.
De acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, as queimas e queimadas estão na origem de 62% dos incêndios em território nacional, 14% correspondem a fogo posto.
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Calor extremo mata na Península Ibérica
A onda de calor que varre atualmente a Europa está já a ter impacto na Península Ibérica. Na última semana, Portugal e Espanha viram a mortalidade aumentar acima dos níveis esperados para esta época do ano.
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Infografia: A Floresta Ibérica em chamas – Área ardida, em milhares de hectares

Fontes:
Pordata, consultado a 2 de agosto de 2022.
Euronews, consultado a 2 de agosto de 2022.

Geografia: O Dia dos Avós e a População Idosa

No dia 26 de julho assinalou-se o Dia dos Avós. O gráfico mostra que quase 1/5 da população portuguesa tem 65 anos ou mais. Mas, mas num olhar a nível regional, as tendências de envelhecimento são ainda mais evidentes: se em 2011 havia 56 dos 308 municípios, onde os jovens superavam o número de idosos, em 2021 eram apenas 3.


Legenda: Gráfico da População Portuguesa (em percentagem, %).

Fonte: Pordata, consultado a 26 de julho de 2022.

Notícias: Zonas de Emissões Reduzidas (ZER) de Lisboa e Zonas de Acesso Automóvel Condicionado (ZAAC) do Porto

Em Portugal as zonas de emissões reduzidas são definidas por cada município. Assim, para saber que zonas estão restritas a certos veículos, ou para saber como obter autorização para circular nessas zonas, deverá consultar os sites das câmaras municipais.

Lisboa:
– ZONA DE EMISSÕES REDUZIDAS (ZER):
A circulação de veículos ligeiros com matrículas anteriores às normas Euro em vigor na ZER da cidade de Lisboa carece de autorizações da Câmara Municipal de Lisboa.
– Autorização para circulação após instalação de equipamento de redução de emissões de poluentes:
A circulação de veículos é autorizada, desde que os mesmos sejam dotados de equipamento de redução de emissões de poluentes, com instalação aprovada pelo IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes) e documentação de suporte que ateste a referida redução de emissões. Caso a documentação não refira a norma Euro que o veículo cumpre com o equipamento instalado, será considerado que o veículo melhorou a sua performance ambiental em termos de emissões de poluentes em uma Norma Euro.
(exemplo: um veículo de 1997 que cumpra a norma Euro2, após a instalação do equipamento, passará a cumprir a norma Euro3).
– Quem pode solicitar:
Pessoas singulares ou coletivas com veículos dotados de equipamento de redução de emissões de poluentes, cuja instalação esteja aprovada pelo IMT.
– Autorização especial para circulação por razões de saúde:
A circulação na ZER de Lisboa é autorizada, temporariamente, a veículos de pessoas que, por razões de saúde, comprovem que necessitam de se deslocar ao(s) local(ais) onde serão prestados os cuidados de saúde.
– Quem pode solicitar:
Pessoas singulares ou respetivos cuidadores.
– As Zonas:
Zona 1 (Eixo da Avenida da Liberdade/Baixa) – Veiculos antes da norma EURO 3 ou anteriores ao ano 2000.
Limites da zona: Limite Norte – Rua Alexandre Herculano; Limite Sul: Praça do Comércio, compreendendo a zona entre o Cais do Sodré e o Campo das Cebolas.
Horário: Dias úteis das 7h às 21h
Zona 2 (zona a sul da Avenida de Ceuta, Eixo Norte/Sul, Avenida das Forças Armadas, Avenida dos Estados Unidos da América, Avenida Marechal António de Spínola, Avenida Santo Condestável e Avenida Infante D. Henrique) – Veiculos antes da norma EURO 2 ou anteriores a 1996.
Estes limites implicam que não se pode passar destas artérias para o interior de Lisboa.
Horário: Dias úteis das 7h às 21h
Veiculos Excluidos destas restrições:
– Veículos de emergência e de pessoas com mobilidade condicionada;
– Veículos históricos (certificados pelas entidades oficiais e de acordo com o Despacho n.º 10 298/2001, de 26 de abril);
– Veículos afetos à atividade de transporte em táxi no período compreendido entre 15 de janeiro e 30 de junho de 2015;
– Veículos pertencentes a residentes quanto ao disposto na alínea a), com dístico de estacionamento de residente das Zonas de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL) n.os 5, 12 e 13; veículos pertencentes a residentes na cidade de Lisboa, quanto ao disposto na alínea b);
– Veículos a gás natural, GPL e motociclos;
– Veículos de polícia;
– Veículos militares;
– Veículos de transporte de presos;
– Veículos blindados de transporte de valores.

Mapa – ZERs de Lisboa.

Porto

Zonas de Acesso Automóvel Condicionado
Para permitir acolher em condições de conforto e de segurança os grandes fluxos e concentração de pessoas às zonas de maior procura, o Município do Porto tem delimitadas algumas Zonas de Acesso Automóvel Condicionado (ZAAC) onde o acesso, a circulação rodoviária, a paragem e o estacionamento dentro dos seus limites estabelecidos, estão sujeitos a regulação.

Como garantia da segurança e qualidade de vida de todos os que habitam, trabalham e visitam a cidade, pretende-se que, nas zonas Cedofeita, Flores, Ribeira e Santa Catarina, que se situam essencialmente no Centro Histórico, o acesso automóvel seja feito de forma condicionada e sujeito ao registo numa plataforma desenvolvida para o efeito – ZAACPorto .

O sistema de validação do acesso condicionado, nas zonas Cedofeita, Flores, Ribeira e Santa Catarina, está previsto iniciar no dia 16 de janeiro e para garantir o acesso deverá efetuar o registo na plataforma ZAACPorto em https://zaac.cm-porto.pt/ .


Mapa – ZAAC do Porto

Fontes:
egov.pt, consultado a 11 de julho de 2022.
C.M.Lisboa, consultado a 11 de julho de 2022.
C.M.Porto, consultado a 11 de julho de 2022.
ZAAC-Porto, consultado a 11 de julho de 2022.
Comissão Europeia, consultado a 11 de julho de 2022.
Jornal de Negócios, consultado a 11 de julho de 2022.

Notícia: Saúde Pública alerta para perigos de onda de calor com temperaturas acima de 40 graus

A Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo (USPMT) revela numa nota enviada à nossa redação que “é necessário não esquecer que as pessoas mais suscetíveis (os idosos que padecem de doença crónica e as crianças) devem ser afastadas do calor, permanecendo em lugares frescos durante o período mais crítico (entre as 11 e as 17 horas) e termos presente a importância de lhes assegurarmos um consumo adequado de líquidos, para evitar a desidratação.”

Ainda segundo a Saúde Pública do Médio Tejo, “dado que estamos num período em muitas pessoas se encontram de férias, é importante relembrar a importância da utilização de cremes protetores sempre que há exposição solar e frequentar a praia entre as 11 e as 17 horas, fora desse horário pode ser muito prejudicial para a saúde.”

Paulo Luís, delegado de Saúde Pública de Abrantes, indicou os conselhos que todas as pessoas deverão ter em conta, principalmente para os grupos mais vulneráveis.

Para já o alerta é ainda amarelo, mas a subir para laranja ou vermelho, deverá implica outro tipo de medidas. Paulo Luís referiu também que esta onda de calor é mais preocupante porque tem uma duração maior do que as ondas que temos tido nos últimos anos, daí que seja mesmo necessário que as pessoas tenham cuidados acrescidos nestes dias.

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De acordo com a página do IPMA esta sexta-feira todo o país está em alerta amarelo e os distritos de Lisboa, Leiria, Coimbra, Santarém, Setúbal, Évora e Beja já estão em laranja.

Já no sábado, ainda segundo a página do IPMA, já quase todos os distritos de Portugal estão com alerta laranja, à exceção de Faro, Viana do Castelo, Aveiro, Viseu e Guarda.

Ora com temperaturas muito altas Hélder Silvano, meteorologista amador e responsável para estação Meteoabrantes, aponta a dez dias, pelo menos, de muito calor, humidades muito baixas, ventos que podem ter rajadas e algumas noites com temperaturas que podem não baixar dos 27 ou 28 graus, ou até mesmo 30, criando condições para o que é habitualmente classificado como noites tropicais.

Notícia completa e fonte: Jornal de Abrantes, consultado a 7 de julho de 2022.

Notícias: Santarém pode acionar plano para ondas de calor se nível de alerta subir

A presidente da Comissão Distrital da Proteção Civil (CDPC), Anabela Freitas, em declarações à lusa referiu que este órgão se reuniu na tarde de quarta-feira, tendo em conta a previsão de temperaturas elevadas na região, que poderão chegar aos 45 graus centígrados.

Segundo a também presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e da Câmara de Tomar, foi decidido que as Comissões Municipais de Proteção Civil (CMPC) vão reforçar a informação sobre as medidas previstas no plano de intervenção em ondas de calor, sobretudo junto dos presidentes das juntas de freguesia, em particular daqueles que assumiram funções nas últimas autárquicas.

O plano, criado em 2015, estabelece os locais, em cada uma das freguesias do distrito, para onde deverão ser levadas pessoas com maiores fragilidades e que residam em habitações sem condições climatéricas, como idosos, bem como a preparação das unidades hospitalares (que também integram a CDPC) caso seja necessário prestar cuidados médicos, acrescentou.
(…)

Se, num incêndio, for necessário proceder a evacuações, os planos operacionais dos municípios têm identificados os locais e instituições para serem colocadas as populações, adiantou.

Acontecendo a onda de calor num momento em que se vive uma seca, Anabela Freitas afirmou que, na região, apesar do nível da água armazenada ter baixado, em parte por causa da evaporação, essa descida não foi significativa.

“Não está em causa o abastecimento de meios aéreos [para o combate a incêndios], nem para consumo humano na região”, declarou.

Segundo os dados do Sistema Nacional de Monitorização de Recursos Hídricos (SNIRH), a cota de água na albufeira de Castelo de Bode estava, no dia 27 de junho, nos 111,66 metros, valores que se têm mantido mais ou menos estabilizados desde abril deste ano, com a cota a subir cerca de 5,5 metros desde fevereiro, quando registava 106,12 metros.

A albufeira de Castelo de Bode estende-se ao longo de 60 quilómetros, atravessa os concelhos de Abrantes, Ferreira do Zêzere, Figueiró dos Vinhos, Sardoal, Sertã, Tomar e Vila de Rei (integrando assim os distritos de Santarém, Leiria e Castelo Branco), e abastece uma vasta região até Lisboa, abrangendo três milhões de consumidores.

Notícia completa e fonte: TSF, consultado a 7 de julho de 2022.