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Geografia 11.º Ano – Floresta: Principais árvores em Portugal Continental

Principais árvores em Portugal Continental, milhares de hectares, 2015.

Fonte: Pordata, consultado a 11 de maio de 2022

Geografia – Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses

Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses
O Projeto Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses resulta de uma parceria estratégica entre a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, a Global Footprint Network (GFN) e a Unidade de Investigação GOVCOPP da Universidade de Aveiro. Foram seis os municípios pioneiros que integraram o projeto: Almada, Bragança, Castelo Branco, Guimarães, Lagoa e Vila Nova de Gaia; e, agora são aderentes os municípios: Barcelos, CIRA (Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro), Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos. – Municípios Aderentes
O projeto visa a construção de conhecimento e o fortalecimento da capacidade local em matéria de ambiente, através do cálculo e interpretação de dados vitais para enfrentar desafios ambientais complexos. Em última análise, o projeto visa influenciar políticas de coesão territorial e promover novos instrumentos e políticas públicas que reforcem o caminho em direção ao desenvolvimento sustentável dos municípios e do país.
Mais informações: Pegada Municípios
Fonte: Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses, consultado a 18 de abril de 2022.

Geografia – Global Footprint Network

O site Global Footprint Network, apresenta um conjunto de informações, dados, calculadoras e ferramentas para quem está interessado em aprofundar os conhecimentos na área da Ecológia, Pegada Ecológica e Sustentabilidade.
Site: Global Footprint Network

Fonte: Global Footprint Network, consultado a 18 de abril de 2022.

Geografia: Pegada Ecológica

Site onde podes calcular a tua Pegada Ecológica, quantos Planetas seriam precisos se todos vivessem como eu e tu e qual o dia de Sobrecarga da Terra.
Pronto para o primeiro passo? Aceitas o desafio? – Clica no link: Pegada Ecológica

Fontes: global footprint network, consultado a 18 de abril de 2022.

Geografia – População: Que futuro tem a raia despovoada?

FIm de Linha – Peças Jornalisticas
Que futuro tem a raia despovoada?
Uma abordagem interessante, sobre o despovoamento e as suas consequências, para as aulas do 10.º ano.

Fonte: Público, consultado a 18 de abril de 2022.

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – União Europeia, cidades sustentáveis

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 8
8. A União Europeia está a promover várias iniciativas para tornar as cidades mais sustentáveis e eficientes.
Uma cidade, para melhorar o seu nível de eficiência e sustentabilidade, pode apostar em estratégias como:
A – o reforço da mobilidade urbana sustentável;
B – a redução da produção de resíduos urbanos.
Selecione uma das estratégias, A ou B. De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas medidas, explicando de que modo contribuem para melhorar a eficiência e a sustentabilidade das cidades.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Política de Coesão da União Europeia

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 7
7. O novo quadro da Política de Coesão da União Europeia para 2021-2027 apela à construção de uma Europa mais social, apoiando o emprego de qualidade, a educação, as competências, a inclusão social e a igualdade de acesso aos cuidados de saúde.
Fonte: https://portugal2020.pt (consultado em novembro de 2020). (Texto adaptado)
Proponha duas medidas, justificando de que modo podem contribuir para a concretização de uma Europa mais social.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – AMP, eixos rodoviários, aglomerados urbanos, a rede urbana da região Norte do país, aeroporto Francisco Sá Carneiro, Rede Transeuropeia de Transportes, túnel do Marão

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 6
6. Na Figura 6, estão representados os principais eixos rodoviários estruturantes e alguns aglomerados urbanos que fazem parte da rede urbana da região Norte do país.

6.1. O sistema urbano da região Norte, observado na Figura 6, caracteriza-se por uma hierarquia cujos níveis mais elevados são
(A) uma aglomeração metropolitana e um número restrito de cidades de equilíbrio regional.
(B) uma aglomeração metropolitana e um número elevado de centros estruturantes municipais.
(C) um elevado número de cidades de equilíbrio regional e de centros estruturantes sub-regionais.
(D) um elevado número de cidades regionais e de centros estruturantes municipais.
6.2. Na região Norte, o contraste entre o litoral e o interior na distribuição dos centros urbanos, observado na Figura 6, explica-se, entre outros fatores,
(A) pelo processo de expansão das cidades no litoral e pela elevada dispersão da população no interior.
(B) pela maior concentração de atividades económicas no litoral e pela perda de população no interior.
(C) pelo elevado fluxo de movimentos pendulares no litoral e pelo menor número de cidades no interior.
(D) pela proximidade de portos e aeroportos no litoral e pelo êxodo populacional para as cidades do interior.
6.3. O aumento da área de influência das cidades localizadas na NUTS III Terras de Trás-os-Montes depende de estratégias como
(A) a criação de fileiras de produtos exógenos, que promovam a internacionalização da região.
(B) a abertura de centros de saúde e medicina familiar, que respondam às necessidades da população.
(C) a aposta no comércio de proximidade, que permita gerar emprego diversificado.
(D) a fixação de centros de investigação, que potenciem a criação de empresas inovadoras.
6.4. Identifique as duas afirmações verdadeiras, que podem ser comprovadas através da análise da Figura 6.
I.  O viaduto sobre o rio Marão é o menos extenso e o mais alto da região Norte.
II. A via A4 é o principal eixo transversal da região Norte, contribuindo para atenuar as assimetrias regionais.
III. A construção do túnel do Marão permitiu atenuar a distância-tempo entre Vila Real e Bragança.
IV. A rede viária estruturante liga todas as capitais de distrito da região Norte.
V. A via correspondente ao túnel do Marão está construída à mesma cota de altitude em toda a sua extensão.
6.5. O aeroporto Francisco Sá Carneiro, assinalado na Figura 6, constitui
(A) um interface, por possibilitar o transbordo de passageiros do modo aéreo para os modos rodoviário e ferroviário.
(B) uma plataforma multimodal, por ser uma área exclusiva dos operadores aéreos de transporte de mercadorias.
(C) uma placa giratória, por ser um espaço de informação ao passageiro articulado com os terminais de cruzeiros.
(D) um nó, por estar diretamente ligado aos terminais de transporte rodoviário e fluvial de passageiros para a cidade do Porto.
6.6. A integração do eixo longitudinal A3, representado na Figura 6, na Rede Transeuropeia de Transportes permite
(A) reduzir o transporte de mercadorias e de passageiros por modo rodoviário.
(B) ser uma alternativa no transporte de passageiros para a Europa Central, a partir do aeroporto Francisco Sá Carneiro.
(C) aumentar o hinterland do porto marítimo de Leixões, no transporte de mercadorias destinadas ao mercado europeu.
(D) incrementar a interação entre as cidades do interior da região Norte.
6.7. Explique a importância da construção do túnel do Marão, referindo dois efeitos no aumento da segurança rodoviária.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Inundação, Vale do Rio Mondego, nível médio das águas do mar, alterações climáticas, planeamento e ordenamento do território, superfícies frontais

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 5
5. A Figura 5 representa a área suscetível de inundação atual no vale do rio Mondego e a projetada para 2050, tendo em conta o efeito da subida do nível médio das águas do mar, decorrente das alterações climáticas.

5.1. Um impacte da subida do nível médio das águas do mar na área de inundação projetada para 2050, identificada na Figura 5, é
(A) o aumento do assoreamento do leito do rio.
(B) a redução das espécies piscícolas marinhas.
(C) o avanço acentuado da linha de costa.
(D) a diminuição da salinidade das águas fluviais.
5.2. De acordo com a Figura 5, prevê-se que, em 2050, a área de inundação no vale do rio Mondego alcance, aproximadamente, ____________ a ____________ do limite de inundação atual.
(A) 40 km … montante
(B) 40 km … jusante
(C) 20 km … montante
(D) 20 km … jusante
5.3. Selecione as duas medidas que, no âmbito do planeamento e ordenamento do território, permitem a adaptação à subida do nível médio das águas do mar prevista para as margens do rio Mondego.
I.  A construção de diques a montante da área inundada em 2050.
II. A relocalização de habitações das áreas de risco de inundação.
III. A colocação de areias nas praias durante o verão.
IV. A plantação de espécies vegetais adaptadas às águas salobras.
V. A desobstrução das linhas de água dos afluentes do rio Mondego.
5.4. Explique, apresentando dois aspetos, como a passagem sucessiva de superfícies frontais pode provocar cheias no curso inferior dos rios.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Agricultura, Olival, Montado, Hidroponia

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 4
4. O Alentejo, ao longo dos últimos anos, tem registado modificações na atividade agrícola: a barragem de Alqueva e as estufas permitiram mudanças na prática agrícola, que, conjuntamente com o montado, diversificam a paisagem agrária.
Na Figura 4, observam-se três fotografias de paisagens agrárias do Alentejo.

4.1. A plantação de olival, de que é exemplo a paisagem da Fotografia A, da Figura 4, é praticada em sistema de monocultura
(A) extensivo e de regadio.
(B) intensivo e de sequeiro.
(C) extensivo e de sequeiro.
(D) intensivo e de regadio.
4.2. O cultivo em estufas, como o ilustrado na Fotografia B da Figura 4, visa, entre outros aspetos,
(A) adequar as culturas temporárias às condições edafoclimáticas da região.
(B) aproveitar as reservas de água doce dos aquíferos para a utilização na rega.
(C) permitir a produção em períodos fora da época do ciclo vegetativo normal.
(D) potenciar a insolação, para intensificar a produção de hortofrutícolas na época estival.
4.3. Identifique as duas afirmações verdadeiras, com base na análise das fotografias da Figura 4 e no conhecimento sobre as áreas rurais.
I.  Nas estufas, a hidroponia é uma técnica que se adequa à produção de culturas hortofrutícolas.
II. O sistema de montado acentua a desertificação na região do Alentejo.
III. A criação extensiva do porco ibérico é um entrave à certificação dos produtos derivados.
IV. As técnicas de produção utilizadas no olival contribuem para o aumento da produtividade.
V. O trabalho agrícola é dificultado pela morfologia do relevo dominante na região do Alentejo.
4.4. O montado é um sistema agro-silvo-pastoril de grande valor natural, económico e social. Embora sejam valorizados diversos produtos, destaca-se a cortiça pelo seu valor económico.
Justifique a importância da cortiça nacional para a economia do país, apresentando dois argumentos.
4.5. As Imagens A e B correspondem à mesma área rural em dois anos diferentes, 2004 (A) e 2019 (B).

Duas das alterações na paisagem agrária visíveis na área da Imagem B, decorrentes da construção de estufas, são
(A) a densificação dos caminhos rurais e a maior regularidade das parcelas agrícolas.
(B) a intensificação do sistema de cultivo e a maior regularidade das parcelas agrícolas.
(C) a intensificação do sistema de cultivo e a maior dispersão do povoamento rural.
(D) a densificação dos caminhos rurais e a maior dispersão do povoamento rural.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021