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Geografia – O que mais se pesca em Portugal?

Infografia: O que mais se pesca em Portugal?

Fonte: Pordata, consultado a 1 de setembro de 2022.

Geografia – Mapa de Praias

Sistemana Nacional de Informação de Ambiente (SNIAMB) – Mapa de Praias

No site do SNIAMB podemos consultar o nível de limpeza e qualidade das águas costeiras, o número de águas balneares, número de bandeiras azuis e outras informações relevantes sobre as nossas praias.

Link: Mapa de Praias, consultado a 14 de agosto de 2022.
Fonte: Sniamb, consultado a 14 de agosto de 2022.

Geografia: Mapa interativo: Portugal tem 75 praias com risco de derrocada

Mapa interativo. Portugal tem 75 praias com risco de derrocada
A Agência Portuguesa do Ambiente divulgou uma lista de 75 praias com arribas perigosas, todas situadas no sul do país.

Com as temperaturas elevadas do verão, um dos destinos preferidos dos portugueses são as praias. A beleza natural da costa portuguesa é muito concorrida como local de eleição de muitos para as suas férias, mas também esconde alguns perigos.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) dá conta de 75 praias portuguesas, todas na região do Algarve, onde os veraneantes devem ter especial cuidado com o risco de derrocada de arribas.
Em Albufeira encontram-se 24 praias com zonas de perigo de desmoronamento, tornando este no concelho com mais faixas de risco em Portugal continental.
Em Lagoa, são 17 as praias sinalizadas, enquanto Vila do Bispo tem 11 praias com arribas instáveis e Portimão nove. Em Aljezur estão sinalizadas sete praias em perigo e em Lagos existem cinco praias em risco.
No concelho de Silves, a APA alerta para o perigo nos dois sentidos, Poente e Nascente, na Praia de Armação de Pêra.


Legenda: As 75 arribas de risco no Algarve.

De acordo com a Agência Portuguesa do Ambiente, os desmoronamentos ocorrem de forma instantânea, “dependendo de inúmeros fatores, como a intensidade e frequência da ação de agentes climáticos, a fraturação e o tipo de rocha em que a arriba é talhada, a ocupação humana, a presença de vegetação, a vibração, a sismicidade, entre outros”.
As faixas de risco correspondem “à área passível de ser ocupada pelos resíduos de desmoronamentos”, com uma largura igual a 1,5 vezes a altura da própria arriba.
Desta forma, em conjunto com outras entidades, a APA assinalou, com placas de risco, as praias portuguesas cujas arribas estão em perigo de desmoronamento, de modo a evitar cenários indesejáveis. Para garantir o respeito pela sinalética de perigo, a permanência ou circulação em zonas interditas pode levar ao pagamento de coimas, com valores entre os 30 e os 100 euros.

Mapa interativo: 75 arribas de risco no Algarve, consultado a 14 de agosto de 2022.
Informação e folhetos informativos: Agência Portuguesa do Ambiente (APA), consultado a 14 de agosto de 2022.
Exemplo de folheto informativo: Praia do Alvor – Nascente, consultado a 14 de agosto de 2022.

Fonte: Rádio Renascença, consultado a 14 de agosto de 2022.

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Recursos Píscicolas, Pescas, Sardinha, Faixa Costeira

Exame Nacional de Geografia 2021 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 3
3. A distribuição da sardinha ocorre, principalmente, na faixa costeira do Atlântico Nordeste.
A Figura 3 representa a distribuição da sardinha na costa de Portugal continental, cuja maior concentração se verifica até aos 100 m de profundidade.

3.1. De acordo com a Figura 3, a maior abundância de sardinha ocorre entre ______________ , numa
área integrada na ______________.
(A) Aveiro e Figueira da Foz … planície abissal
(B) Nazaré e Peniche … planície abissal
(C) Aveiro e Figueira da Foz … plataforma continental
(D) Nazaré e Peniche … plataforma continental
3.2. A sardinha é uma espécie capturada na área representada na Figura 3, entre a primavera e o outono.
Refira, justificando, dois fatores naturais que favorecem a disponibilidade de sardinha no período do ano indicado.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 15 de setembro de 2021

Exame Nacional de Geografia 2021 – 1.ª Fase – Áreas Costeiras, Desenvolvimento Sustentável, Áreas de Produção Aquícola inshore de Moluscos Bivalves, Laguna de Aveiro

Exame Nacional de Geografia 2021 – 1.ª Fase – Versão 1
Questão 2
2. As áreas costeiras assumem uma importância estratégica em termos ambientais, económicos, sociais, culturais e recreativos, pelo que o aproveitamento das suas potencialidades e a resolução dos seus problemas exigem uma política de desenvolvimento sustentável.
Na Figura 2, estão representadas as áreas de produção aquícola inshore de moluscos bivalves (RIAV1, RIAV2 e RIAV3), na laguna de Aveiro

2.1. Na Figura 2, a forma de relevo litoral identificada pela letra X é
(A) uma restinga, que resulta da acumulação de areias fluviomarinhas.
(B) uma ilha-barreira, que resulta da construção de estruturas de proteção.
(C) um istmo, que resulta da deposição de areias fluviomarinhas.
(D) um cordão litoral, que resulta da acentuada ação erosiva do mar.
2.2. A produção aquícola inshore representada na Figura 2 ocorre em águas de transição e em sistema extensivo.
Refira, justificando, um aspeto positivo e outro negativo deste tipo de produção.
2.3. Na Figura 2, a distância real, em linha reta, entre o ponto mais a norte e o ponto mais a sul do RIAV1 é, aproximadamente,
(A) 25 km.
(B) 30 km.
(C) 35 km.
(D) 40 km.
Correcção: Aqui
Fonte: Iave, consultado a 13 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – Época Especial – Formas de Relevo do Litoral, Aquicultura

Exame Nacional de Geografia 2020 – Época Especial
Questão 11
11. Na Figura 6, são apresentadas imagens de satélite onde se identificam formas de relevo do litoral português.

11.1. Das imagens de satélite da Figura 6, aquelas em que se observa uma baía, estuários e ilhas-barreira são, respetivamente,
(A) Y, W e Z.
(B) S, Z e X.
(C) Z, S e W.
(D) W, X e Y.
11.2. A forma de relevo representada pela letra Z da Figura 6 resulta da
(A) ação da ondulação do mar no interior de uma baía.
(B) acumulação de sedimentos marinhos entre o continente e uma ilha, formando um istmo.
(C) acumulação de sedimentos fluviais e da ação das correntes marinhas.
(D) erosão nas arribas provocada por correntes marinhas que se deslocam no sentido sul-norte.
11.3. Refira, justificando, duas condições naturais favoráveis à exploração de aquicultura na área identificada pelo número 1, na imagem de satélite W.
Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 11 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Peniche, Arquipélago das Berlengas, Pesca Artesanal, ZEE, Tômbolo de Peniche, Pesca e Recursos Marítimos

Exame Nacional de Geografia 2020 – 2.ª Fase – Versão 1
Questão 9
9. Na Figura 7, está representada a localização de Peniche e do arquipélago das Berlengas, que pertence a uma área protegida.

9.1. Na área marinha contígua às Berlengas, representada na Figura 7, só é permitida a pesca artesanal.
Esta medida permite
(A) limitar o volume de capturas e preservar os habitats marinhos locais.
(B) assegurar a quota de pesca e manter ativa a frota pesqueira de Peniche.
(C) manter os stocks marinhos e promover a utilização de redes de malha apertada.
(D) complementar a produção da aquicultura e satisfazer a procura do mercado nacional.
9.2. O tômbolo de Peniche, representado na Figura 7, corresponde a uma ilha que se ligou ao continente por uma estreita faixa de terra resultante
(A) da abrasão marinha com efeito na costa meridional.
(B) da sedimentação de detritos com origem terrestre e marinha.
(C) da instalação de blocos de rocha de proteção do litoral.
(D) da ação direta do upwelling ao longo da costa ocidental.
9.3. Explique a localização do porto de pesca de Peniche, assinalado na Figura 7, integrando na sua
resposta dois fatores físicos.
Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 10 de setembro de 2021.

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Bacias Hidrográficas, Rios, Barragens e Painéis Fotovoltaicos

Exame Nacional de Geografia 2020 – 1.ª Fase – Versão 1
Questões 4 – 5
4. Na Figura 3, estão representadas as principais bacias hidrográficas e algumas das albufeiras existentes em Portugal continental.
No mapa, para cinco bacias hidrográficas, são apresentados dois valores percentuais, um para o armazenamento do mês de agosto de 2019 e outro para a média de armazenamento dos meses de agosto no período de 1991 a 2018.
Nos gráficos, para cada albufeira considerada, são apresentadas as percentagens de armazenamento nos meses de agosto dos anos de 2015, de 2017 e de 2019.
Na figura, é ainda referida a capacidade máxima das albufeiras em hm3 (hectómetros cúbicos).

4.1. As afirmações seguintes são todas verdadeiras.
I. A albufeira de Castelo de Bode abastece a rede pública de água da cidade de Lisboa.
II. A albufeira de Alqueva dispõe de uma capacidade máxima de armazenamento superior à da albufeira de Castelo de Bode.
III. A bacia hidrográfica do rio Mondego apresenta, em agosto de 2019, uma percentagem de armazenamento superior à média dos meses de agosto no período de 1991 a 2018.
IV. A albufeira de Alqueva apresenta, em média, uma área inundada de 25 000 ha.
V. A capacidade total de armazenamento de água de todas as albufeiras existentes em Portugal a norte do rio Tejo é maior do que a capacidade total de armazenamento das albufeiras a sul do rio Tejo.
Identifique as duas afirmações que podem ser comprovadas através da análise da Figura 3.
4.2. Das albufeiras identificadas na Figura 3, as duas cujos níveis de armazenamento podem ser afetados pela ocorrência de precipitação em Espanha são
(A) a de Castelo de Bode e a de Aguieira.
(B) a de Alqueva e a de Aguieira.
(C) a de Castelo de Bode e a do Alto Lindoso.
(D) a de Alqueva e a do Alto Lindoso.
4.3. De acordo com a Figura 3, as albufeiras da bacia hidrográfica do rio Sado são as que registam as percentagens mais baixas de armazenamento de água nos meses de agosto de 2015, de 2017 e de 2019.
Dois fatores que podem justificar esses valores são
(A) o consumo industrial e a criação de gado no montado.
(B) a fraca precipitação no verão e a produção hidroelétrica.
(C) o abastecimento doméstico e a atividade náutica no espelho de água.
(D) a forte evaporação no verão e a irrigação dos campos agrícolas.
4.4. Considere a possível construção de um transvase no local assinalado na Figura 3.
Explique a razão pela qual a construção de um transvase nesse local permitiria minimizar o défice hídrico na bacia hidrográfica do rio Sado.
5. As Figuras 4A e 4B ilustram duas formas de potencializar a produção de energia elétrica, em complementaridade com a produção de energia de origem hídrica.
Na Figura 4A, está ilustrada a instalação de painéis fotovoltaicos sobre o espelho de água da albufeira do Alto Rabagão.
Na Figura 4B, no Esquema I, a água da albufeira de Alqueva flui para a albufeira de Pedrógão durante o dia, produzindo-se energia elétrica através do movimento de turbinas. No Esquema II, durante a noite, água da albufeira de Pedrógão é reenviada para a albufeira de Alqueva, recorrendo-se a bombas que são alimentadas por aerogeradores.

5.1. Numa sessão de trabalho de planeamento do território, foram apresentadas duas estratégias de complementaridade à produção de energia elétrica em barragens, como as ilustradas nas figuras:
A – a instalação de painéis fotovoltaicos flutuantes no espelho de água das albufeiras;
B – a instalação de aerogeradores na proximidade de barragens equipadas com sistema de bombagem.
Selecione uma das estratégias, A ou B. De acordo com a estratégia selecionada, apresente duas razões, explicando de que modo essa estratégia de complementaridade potencializa a produção de energia elétrica.
5.2. A construção de barragens tem impactes na dinâmica do litoral, como
(A) o avanço progressivo da linha de costa.
(B) a redução do abastecimento de sedimentos.
(C) o aumento da amplitude das marés durante o verão.
(D) a intensificação da deriva litoral, no sentido N/S.
Correcção: AQUI
Fonte: Iave, consultado a 8 de setembro de 2021.

Geografia: Disponibilidades de águas superficiais e subterrâneas

Disponibilidades de águas superficiais e subterrâneas.
Os recursos hídricos são utilizados a nível nacional para diversos fins – abastecimento doméstico, industrial, agrícola e turismo. Importa assim conhecer e acompanhar a evolução das disponibilidades hídricas, sendo este acompanhamento mais relevante nos períodos extremos.
As reservas hídricas superficiais são determinadas pela análise comparativa do armazenamento de água disponível em 62 albufeiras, localizadas nas principais bacias hidrográficas do país. Nesta análise são excluídas as albufeiras a fio-de-água, as de uso privado e com diminuta capacidade de regularização.
O índice de escassez permite relacionar as disponibilidades com as necessidades e assim aferir a procura em relação à oferta de forma a considerar se existe escassez em cada região hidrográfica.
http://https://www.youtube.com/watch?v=5x5vKwrd338&t=48s
Fonte: REA – APA, consultado a 5 de setembro de 2021.

Geografia: Relatório pede colaboração Portugal-Espanha na gestão de rios cada vez mais secos

Relatório pede colaboração Portugal-Espanha na gestão de rios cada vez mais secos.
A ANP/WWF aponta o aumento do uso de recursos em Portugal, como a irrigação intensiva a partir da barragem de Alqueva, e em Espanha, em Campo de Cartagena, como provas do “colapso provável da biodiversidade e a diminuição da segurança para a natureza e para as pessoas”.
O futuro adivinha-se seco na Península Ibérica, alertou esta segunda-feira a organização ambientalista ANP/WWF, com um relatório em que defende mais colaboração entre Portugal e Espanha para gerir rios e disponibilidade da água.
“De um modo geral, os modelos (climáticos) confirmam uma redução da precipitação em conjunto com um aumento consistente de temperaturas médias, resultando em maior evapotranspiração”, refere a Associação Natureza Portugal, representante nacional da organização internacional World Wide Fund for Nature (ANP/WWF).
O resultado disso, com tendência para um agravamento até 2050, será “menos água no solo, nos rios e nos aquíferos à medida que avançar o século XXI”.
Notícia completa: AQUI

Fonte: Rádio Renascença, 5 de setembro de 2021.