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Geografia – Agricultura: O que mudou na superfície agrícola em Portugal?

Agricultura: O que mudou na superfície agrícola em Portugal?

Dados comparativos, 1989 e 2019, da evolução da superfície agrícola em Portugal.
Foram comparados o número de hectares, terras aráveis, culturas permanentes, pastagens pernamentes e hortas familiares.

Infografia:

Fonte: Pordata, consultado a 14 de agosto de 2022.

Notícias: Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa.

Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa

Estudo feito pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e divulgado esta segunda-feira faz o retrato do bem-estar da população nos municípios portugueses. Territórios mais urbanos têm maiores rendimentos brutos anuais e a maior parte da população vive em apenas 30 municípios. Ao DN, Rosário Mauritti explica as metodologias e conclusões.

São sete municípios a nível nacional. Juntos, agregam mais de metade da habitação social de Portugal e 22% das casas sociais estão localizadas na região de Lisboa.
(…)
Para o fazer, os investigadores começaram por dividir o território em cinco clusters (ou grandes grupos). “Os municípios que fazem parte de cada uma das divisões acabam por ser próximos do ponto de vista da densidade populacional ou a escolaridade da população ativa, por exemplo”, explicou ao DN Rosário Mauritti.

Nota muito importante: As 5 infografias da notícia foram publicadas em artigos separados, para uma melhor leitura, e podem ser encontrados abaixo deste artigo. Obrigado.

Estudo completo AQUI – FFMS

Fontes:
Diário de Notícias, consultado a 3 de agosto de 2022.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), consultado a 3 de agosto de 2022.

Notícias: Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa – Territórios de Baixa Densidade

Habitação social portuguesa – Territórios de Baixa Densidade

Infografia:

Estudo completo AQUI – FFMS

Fontes:
Diário de Notícias, consultado a 3 de agosto de 2022.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), consultado a 3 de agosto de 2022.

Notícias: Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa – Territórios Intermédios

Habitação social portuguesa – Territórios Intermédios

Infografia:

Estudo completo AQUI – FFMS

Fontes:
Diário de Notícias, consultado a 3 de agosto de 2022.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), consultado a 3 de agosto de 2022.

Notícias: Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa – Territórios Industriais em Transição

Habitação social portuguesa – Territórios Industriais em Transição

Infografia:

Estudo completo AQUI – FFMS

Fontes:
Diário de Notícias, consultado a 3 de agosto de 2022.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), consultado a 3 de agosto de 2022.

Notícias: Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa – Territórios Inovadores

Habitação social portuguesa – Territórios Inovadores

Infografia:

Estudo completo AQUI – FFMS

Fontes:
Diário de Notícias, consultado a 3 de agosto de 2022.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), consultado a 3 de agosto de 2022.

Notícias: Lisboa concentra 22% de toda a habitação social portuguesa – Territórios Urbanos em Rede

Habitação social portuguesa – Territórios Urbanos em Rede

Infografia:

Estudo completo AQUI – FFMS

Fontes:
Diário de Notícias, consultado a 3 de agosto de 2022.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), consultado a 3 de agosto de 2022.

Notícias: Censos 2021. Área Metropolitana do Porto perdeu mais de 22 mil residentes na útima década

Censos 2021. Área Metropolitana do Porto perdeu mais de 22 mil residentes na útima década

A cidade do Porto perdeu mais de cinco mil habitantes.

A Área Metropolitana do Porto (AMP), composta por 17 municípios, perdeu 22.129 habitantes na última década, sobretudo em Vale de Cambra, Arouca e Santo Tirso, segundo os dados preliminares dosCensos 2021, divulgados, esta quarta-feira
De acordo com os resultados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), os 17 municípios têm 1.737.395 residentes, face aos 1.759.524 (menos 1,3%), registados em 2011, com 12 dos concelhos a perderem residentes.
Em Vale de Cambra residem 21.279 pessoas, quando em 2011 tinha 22.864 habitantes, sendo o município da AMP que, em proporção, mais população perdeu (-6,9%) na última década, seguido de Arouca que passou de 22.359 habitantes em 2011 para 21.154 (-5,4%) este ano, e de Santo Tirso que tem menos 5,2% de população: 67.785 residentes em 2021 face aos 71.530 em 2011.
Porto, Maia, Espinho, Gondomar, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Paredes, Santa Maria da Feira, Trofa são os outros nove municípios da AMP que observaram uma diminuição na população na última década, que varia entre os -0,3% registados na Maia e os -3,5% verificados em Oliveira de Azeméis.
(…)
Porto perdeu 2,4% da população: passou de 237.591 residentes em 2011 para 231.962 em 2021, o que representa uma diminuição de 5.629 habitantes.
Em sentido contrário, São João da Madeira (+2,1% de residentes), Vila do Conde (+1,7%), Póvoa do Varzim (+1,4%), Valongo (+1%) e Vila Nova de Gaia (+0,6%) são os cinco municípios da AMP que registaram aumento da população.
(…)

Fonte: Rádio Renascença, consultado a 3 de agosto de 2022

Geografia: Litoralização, Bipolarização, AMP e AML

“Padrões de litoralização” acentuam-se

De acordo com o Censos2021, cerca de metade da população residente em Portugal está concentrada em apenas 31 municípios. Os desequilíbrios na distribuição da população pelo território “acentuaram-se”, constata o INE.
“A evolução demográfica da última década ao nível do município permite verificar que os territórios localizados no interior do país perdem população e que os municípios que registam um crescimento populacional se situam predominantemente no litoral”, adianta.
Além disso, segundo os dados, verifica-se “uma concentração” em redor de Lisboa e na região do Algarve.
“Acentuaram-se, desta forma, os padrões de litoralização do país e o movimento de concentração da população junto da capital, fenómenos que se têm vindo a reforçar nas últimas décadas”, refere o INE.
Oleiros, no distrito de Castelo Branco, Alcoutim (Faro) e Almeida (Guarda), são os municípios portugueses com a população mais envelhecida, enquanto Ribeira Grande e Lagoa, nos Açores, e Santa Cruz (Madeira) são os mais jovens.

Infografia: População por concelho (AML e AMP)

Fontes:
RTP, consultado a 3 de julho de 2022.
Pordata, consultado a 3 de julho de 2022.

Censos 2021 e dados de julho de 2022: Imigração e população estrangeira residente em Portugal

Mais residentes estrangeiros
Quanto aos agregados famíliares, um terço dos agregados domésticos em Portugal tem duas pessoas e um quarto dos agregados é de pessoas que residem sozinhas. De acordo com o Censos2021, existem 4.149.668 agregados domésticos privados e 5.476 agregados institucionais.
Destaque também para o aumento considerável de população estrangeira a residir em Portugal: mais 40,6 por cento. As pessoas com nacionalidade estrangeira residentes no país representam agora 5,4 por cento do total da população.
À data da realização do Censos2021, residiam em Portugal 555.299 pessoas de nacionalidade estrangeira, um valor superior aos 3,7% verificados em 2011.
(…)
Quase 700 mil estrangeiros vivem em Portugal e 30% são brasileiros.
A população estrangeira residente em Portugal aumentou em 2021 pelo sexto ano consecutivo, totalizando 698.887 cidadãos, mantendo-se a comunidade brasileira como a mais representativa e a que mais cresceu, revelou esta quinta-feira o SEF.
“Em 2021 verificou-se, assim, pelo sexto ano consecutivo, um acréscimo da população estrangeira residente, com um aumento de 5,6% face a 2020, totalizando 698.887 cidadãos estrangeiros titulares de autorização de residência, valor mais elevado registado pelo SEF, desde o seu surgimento em 1976”, refere o Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA), a que Lusa teve acesso.
Segundo o SEF, os brasileiros mantêm-se como a principal comunidade estrangeira residente no país, representando no ano passado 29,8% do total, o valor mais elevado desde 2012. O documento avança que, no final do ano passado, viviam em Portugal 204.694 brasileiros, sendo também a comunidade oriunda do Brasil a que mais cresceu em 2021 (11,3%) face a 2020.
O RIFA precisa que o Reino Unido mantém a posição em relação a 2020 apesar do decréscimo de 9,3%, sendo a segunda nacionalidade estrangeira mais representativa em Portugal. No final de 2020, viviam em Portugal 204.694 brasileiros, seguido dos cidadãos do Reino Unido (41.932), de Cabo Verde (34.093), Itália (30.819), Índia (30.251), Roménia (28.911), Ucrânia (27.195), França (26.719), Angola (25.802) e China (22.782).
O RIFA dá conta que se verificou um aumento de estrangeiros a viver no distrito de Viana do Castelo e, por outro lado, registou-se uma descida em Bragança, frisando que, em termos de áreas de residência, ocorreram subidas em Lisboa, Vale do Tejo e Alentejo com um aumento de 9,8% em consequência das subidas de Setúbal, Beja e Santarém.

Fontes:
Eco, consultado a 3 de julho de 2022.
RTP, consultado a 3 de julho de 2022.